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quinta-feira, 29 de abril de 2021

Cinema Literário: A Rapariga Que Roubava Livros

A REVISTA LIVROS & LEITURAS lança hoje mais uma novidade que será certamente do agrado dos nossos leitores. A nova seção da L&L chama-se Cinema Literário e visa trazer aqui alguns filmes que tiveram a sua origem em livros, a maior parte best sellers da literatura.

Abrimos a nova secção com um interessante filme que pode ser visto, por exemplo, na Netflix. Chama-se A Rapariga Que Roubava Livros. Trata-se de um drama em tempo de guerra que tem nos principais papéis Geoffrey Rush, Emily Watson e Sophie Nélisse. 

Sinopse do filme

Não recomendado a menores de 10 anos.

Durante a Segunda Guerra Mundial, uma jovem chamada Liesel Meminger (Sophie Nélisse) sobrevive fora de Munique através dos livros que ela rouba. Ajudada pelo seu pai adotivo (Geoffrey Rush), ela aprende a ler e partilhar livros com seus amigos, incluindo um homem judeu (Ben Schnetzer) que vive na clandestinidade em sua casa. Enquanto não Lê ou estuda, realiza algumas tarefas para a mãe (Emily Watson) e brinca com a amigo Rudy (Nico Liersch).

Sinopse do livro

Plano Nacional de Leitura
Livro recomendado para o 9.º ano de escolaridade, destinado a leitura orientada.

Quando a morte nos conta uma história temos todo o interesse em escutá-la. Assumindo o papel de narrador em A Rapariga Que Roubava Livros, vamos ao seu encontro na Alemanha, por ocasião da segunda guerra mundial, onde ela tem uma função muito ativa na recolha de almas vítimas do conflito. E é por esta altura que se cruza pela segunda vez com Liesel, uma menina de nove anos de idade, entregue para adoção, que já tinha passado pelos olhos da morte no funeral do seu pequeno irmão. Foi aí que Liesel roubou o seu primeiro livro, o primeiro de muitos pelos quais se apaixonará e que a ajudarão a superar as dificuldades da vida, dando um sentido à sua existência. Quando o roubou, ainda não sabia ler, será com a ajuda do seu pai, um perfeito intérprete de acordeão que passará a saber percorrer o caminho das letras, exorcizando fantasmas do passado. Ao longo dos anos, Liesel continuará a dedicar-se à prática de roubar livros e a encontrar-se com a morte, que irá sempre utilizar um registo pouco sentimental embora humano e poético, atraindo a atenção de quem a lê para cada frase, cada sentido, cada palavra. Um livro soberbo que prima pela originalidade e que nos devolve um outro olhar sobre os dias da guerra no coração da Alemanha e acima de tudo pelo amor à literatura.

O livro foi escrito por Markus Zusak e editado em Portugal pela Presença.

 

 

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